Comercial

Produções simples ou complexas com a finalidade de informar e promover a venda através de imagens cuidadosamente pensadas e executadas conforme um briefing.

Autoral

Galerias onde meu estilo e expressão artística são melhor apreciados. Séries que exploram temas como a água, o urbano, os sonhos ou que são resultados de projetos mais longos e complexos.

Calefação

Blog onde publico o início de trabalhos mais longos ou simples devaneios. Meu processo criativo dinâmico, sem amarras ou pretensões: fotos, vídeos e textos em constante evolução.

Catálogo

O catálogo é a melhor forma de escolha para colecionadores de arte e admiradores do trabalho de Vitor Schietti. Clicando abaixo você fará o download de um PDF com mais de 250 obras disponíveis em 4 tamanhos, entregues em todo o mundo.

Curso

O Curso Fotografando o Inconsciente já formou mais de 50 alunos em Brasília. Uma proposta única de estudo de técnicas de longa exposição, light painting, múltiplas exposições e meditação para o aprofundamento na fotografia autoral.

Próximo

É na presença de outro que nos compreendemos. Ao testemunhar um sorriso, um lamento, um olhar distante ou um olhar profundo, aprende-se um pouco mais sobre a natureza humana. O retrato ensina sobre essa pluralidade da alma, não necessariamente como alusão ao que é espiritual, mas como essência, algo que compartilhamos em cada próximo, independente de nacionalidade, gênero, idade ou etnia.

Os retratos selecionados para compor esta série visitam picos e abismos da condição humana, em uma busca que não tem começo nem fim. Alguns dos retratados sabiam da presença da câmera, e talvez tenham ensaiado a ela mostrar uma face que bem lhes representasse. Outros, no entanto, estavam completamente ausentes da existência de um observador, que, atento, tentava extrair-lhes a tal essência; tentativa vã, tendo em vista que a alma jamais se mostra por inteiro, mas tentativa válida, ao capturar, em um brevíssimo instante, algumas das cores refratadas por esse orgânico prisma.

 

“Os retratos são o espelhamento do corpo do artista, personagens emprestados como seu alter ego. Surgem como frutos do ambiente, criaturas simbióticas, transeuntes submergidos, reflexivos em uma tomada filosófica a que Schietti também se impõe, analisando o destino em busca de uma urgente transcendência. Indicam a qualidade essencial dos espaços na definição do caráter humano e a controvérsia inerente à paisagem.” (Ralph Gehre)